Queria tanto que acontecesse um dia , esse amor impossível , tocar na tua pele que nunca vi , nunca senti, nem saciei. Sentir seu cheiro, sentir o gosto do seu beijo que talvéz seja doce como o mel dos teus olhos.. Pode essa maldita questão de distância nos separar! Pode essa idéia de que lá sege um lugar dos sonhos que talvéz seja impossível de um dia esse impossível se tornar o possível.. Um amor que vive nos sonhos , um sonho que é difícil de ser alcançado não só por mim, mais por diversas pessoas que passam pela mesma situação.. Talvéz sege um amor que você acha que é correspondido, mais quando menos se espera vê que não passava de ilusão, de um amor que nunca foi se quer correspondido... Uma fantasia , onde todos vestem e se divertem , mais no fim da festa de fantasia, no fim da diversão, vem sempre uma consequência.. Chega a hora de tirar as máscara e procurar aquela garota que você sempre pensou que nunca viu no real , mais que nunca se tornou um amor concreto e sim platônico. Na hora das procuras busco o refúgio, porque achar ela no meio de tanta gente, é impossível.. De momentos então eu acordo do sonho e vejo que ela não existe, tudo passou de utôpia, um sonho que durou 1 noite, que me deixou constrangido por acontecer e não acontecer ao mesmo tempo.. Ah como eu fazia de tudo para voltar praquele sonho , como eu fazeria voltar naquela noite de fantásia... Como eu queria, ah como eu queria poder te ver mais uma vez, nem que seja debaixo de máscaras, tenho que acordar desse sonho, tenho que cair na real que nunca vai acontecer , não sou mais criança pra sonhar dessa maneira.. Mais de qualquer forma eu acredito no impossível e consigo enxergar a esparança no que não existe, consigo sentir esse amor a distância, esse emocional e o não existente do nada, do não existir e eu poder sentir. Porque afinal, quando um coração desiludido procura de todo jeito um motivo para manter-se nutrido sentimo-lo bater no peito, acabamos enxergando novos horizontes. É triste ser um sonhardor de impossibilidades. Triste.
sábado, 22 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Alma gêmea?

É incrível como certas coisas acontecem sozinhas, não? Lembro-me de quando te conheci, de quando eu ainda não sabia o significado da palavra “sofrer”. No começo, eu nunca me senti tão vivo. Nunca havia me sentido tão bem, tão feliz, nunca tinha pensado que estava tão alto como pensava naquele instante. Era como se eu já tivesse atravessado a atmosfera, e tudo que eu enxergasse da altura em que estava era uma pequena bolinha, chamada Terra. E a cada palavra, cada promessa, cada simples suspiro, eram como um grande impulso, que me elevavam cada vez mais ao seu lado. Você era como a gravidade, e eu era o satélite que girava conforme o seu ritmo, conforme a sua vontade. Não é justo quando você diz que eu não tentei. Todos os “para sempre” falados, ouvidos, escritos e lidos, não significaram nada no fim. É como aquele grande ditado, “o que um não quer, dois não fazem”. Você não pode dizer que eu não tentei, quando na verdade acabei tornando-me seu escravo. Eu tentei, sim, mas do que me adiantou tentar enquanto você apenas assistia de camarote a minha queda, cada vez maior, sem tampouco tentar? Eu juro que eu nunca tive a intenção de deixar morrer. Você deixou-me morrer aqui, sozinho. Interpretou a minha queda do espaço sideral até a superfície terrestre como um show, feito especialmente para você. E ainda, após todas as nossas brigas, nossas discussões, nossas idas e vindas, você diz que não teve a intenção. Como você pode dizer isso quando sabe o que fez? Acorde, veja que você já não é mais uma criança - tem propósitos, vontades e meios para fazer exactamente o que quer - e aprenda a aceitar os seus erros ao invés de culpar os outros. Você não atingiu a perfeição. Eu apenas não me importo mais com você.
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